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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Gosto quando sou assim, uma pessoa focada num objectivo.

Preciso de umas botas pretas. Aliás, preciso de umas botas pretas como preciso de ar para respirar. Isto, em linguagem de mulher, quer dizer que me apetece comprar umas botas pretas - diferentes de todas as outras que já tenho - e pronto. Hoje saí para comprar umas botas pretas. Comprei umas botas azuis.
(...)
Já vos disse que preciso mesmo de umas botas pretas?

PS: Agradeço que não façam piadas acerca das botas azuis porque, como ficou claro no post anterior, a minha sobrevivência futura reside na agricultura biológica. Agradecida.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A isto chama-se: pôr lenha na fogueira.

Alguém me consegue explicar como é possível a senhora primeira dama portuguesa receber uma reforma de 800€, tendo sido professora (de 2º ciclo, até sua excelência seu marido ter sido primeiro-ministro, e universitária, após esse maravilhoso acontecimento político - factos não verificados, que tenho mais do que fazer)?

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Tenho um pé-dófilo...

Quatro anos a tentar convencer as pessoas de que não, as escadas da minha casa são perfeitamente seguras, resultaram num excesso de confiança - minha - que levou a um espalho fenomenal - meu - hoje pela manhã. E, pela segunda vez, vi a vida a passar-me à frente. Mas hoje, ao invés de pensar que não queria morrer, enquanto levantava voo e me preparava para fazer um mortal encarpado à Anna Pavlova, o que atormentava o meu espírito era se aquilo me iria atrasar para o trabalho. Não era a possibilidade de ficar paralisada ou ir desta para melhor, e ser descoberta já em avançado estado de decomposição (as tais esquizofrenias de quem vive sozinho), era chegar atrasada ao trabalho (?). E quando aterrei, a lucidez continuou a brindar a minha mente - em vez de verificar se todos os ossinhos estavam no devido lugar, fiscalizei rapidamente as roupas, em busca de rasgões potencialmente reveladores de partes íntimas. Nada a registar.
Ao longo de um dia inteiro de trabalho (de saltos), o meu segundo pododactilo (hã?) do pé direito foi inchando  e ficando vermelho, de tal modo que se assemelha, neste momento, à cara do Padre Frederico (medo!). De pernas para o ar, obviamente.
Além disso, dói muito...o pé-dófilo.

sábado, 2 de abril de 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011

Os PEC's, o FMI e o meu dente do siso

Andei, aqui há uns tempos, em pura agonia por causa de um dente do siso. Armada ao pingarelho, achei que os analgésicos que tinha ali na casa de banho me iam safar na boa e evitar uma ida ao dentista. Ninguém gosta de ouvir o barulhinho da «broca do demo», certo? Ao contrário das minhas expectativas, os analgésicos não me resolveram o problema. Nos primeiros dias sim, mas essa melhora momentânea foi fruto da estupidez continuada do meu ser: aumentar consecutivamente a dosagem do analgésico. Ao fim de algum tempo, e para espanto meu, o problema mantinha-se e o meu organismo deixou de reagir ao analgésico. Que estranho, não é?! Depois de uma consulta com um profissional - um DENTISTA - as opções que tinha eram muito claras: ou tratava a infecção com um antibiótico e arrancava o dente ou... Ah, é verdade, não havia outra opção! Parece que se tivesse consultado atempadamente, ao invés de me andar a auto-medicar, a infecção teria sido facilmente eliminada e, muito provavelmente, não precisava de arrancar o dente. Provavelmente nem tinha chegado à infecção! E sem infecção não tinha agonizado ao ponto de querer bater com a cabeça nas paredes...

PEC está para Paracetamol como FMI está para...

segunda-feira, 14 de março de 2011

Argrrrgrhhh... Fico tão irritada quando não acerto estas coisas...

Recebi isto por email:

Aí vai um desafio para quem quiser testar os seus conhecimentos de Língua Portuguesa.
Trata-se de um teste realizado num curso da American Airlines.
Na frase seguinte deverá ser colocado mais UM PONTO FINAL e DUAS VÍRGULAS para que a frase tenha sentido.
MARIA TOMA BANHO PORQUE SUA MÃE DISSE ELA DÊ-ME A TOALHA. 

Vá, tentem lá (e não acertem, para eu ficar contente...)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

S.O.S. (melhor dizendo: Heeeeeelp!!!)

Alguém com conta no gmail recebeu um email a pedir para confirmar se se trata de uma conta activa ou inactiva? É que para confirmar é preciso clicar num link e isto cheira-me a esturro! 

Ainda por cima, ontem mandei um «cavalo de tróia» para a quarentena do antivírus mas, como percebo pouco de informática (que é como quem diz, quase nada), temo que o malvado cavalo se escape e ande por aqui (na máquina) a fazer das dele... Se o burrico conseguiu tramar um bando de troianos espadaúdos, imaginem o que não fará comigo, uma singela moça em apuros informáticos?... :s

domingo, 9 de janeiro de 2011

Ainda sinto o coração aos pulos, carago!

Quando uma amiga nos diz “vou comprar tabaco, não demoro nada”, nós pensamos que não há qualquer problema em ficarmos em casa dela com as suas duas filhas, é por pouco tempo. Se a campainha toca pouco tempo depois quem é que nós pensamos que é? A amiga, dona da casa, certo? Errado! Eram praí vinte pessoas, que eu nunca vi mais gordas, que começaram imediatamente a cantar as Janeiras, ainda a porta se estava a abrir. A cantar e a tocar guitarra, com sorrisos de orelha a orelha. E eu, que com aquele susto fiquei com as pulsações a 300 (no mínimo), enquanto eles cantarolavam só pensava numa coisa: “O que é que eu faço quando eles acabarem? Será suposto dar-lhes alguma coisa? Dinheiro? Comida? Oh God… help me!”. E aquilo nunca mais acabava. Eu ali em sofrimento, de pé, e a pensar se não seria melhor fingir uma qualquer enfermidade mental e bater-lhes com a porta na cara. E quando eu estava prestes a decidir-me, entre fazer uma imitação do Jim Carrey, versão feminina, no filme “A Máscara” ou encarnar o mau feitio do Archie Bunker, a música parou e eles ficaram a olhar para mim, em jeitos de quem espera qualquer coisa…

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Tomara a Anabela de Malhadas ter feito xixi na igreja… TO-MA-RA!

Quando a meio de uma viagem, já na auto-estrada, se percebe que a carteira ficou em casa e que os 5€ que, por acaso, estavam esquecidos no bolso do casaco não chegam para pôr combustível e pagar a portagem… estamos com um problema!
Um problema que não o seria se o combustível não estivesse na reserva desde anteontem, ou se o cartão multibanco não estivesse, também, na carteira.
Sendo o valor da portagem de quase 3€, não é preciso ser um Pitágoras (que eu nos últimos dias estou mais para Anabela de Malhadas do que para outra coisa qualquer) para perceber que parei na bomba e “atestei” 2€ de combustível.
E acreditem que fiquei incomodada quando, no balcão de atendimento, a menina disse “são dois euros sff” e me lançou um olhar estranho. Ela e todas as pessoas que se encontravam no local. Sim, que eu bem senti as suas cabeças a rodar na minha direcção. [E, ainda que por breves instantes, aquela cena transportou-me para o ano de 1980, no dia em que fiz xixi na igreja, e não foi uma recordação agradável. Não foi mesmo!]
Mas o que é isso comparado com o facto de não ter ficado empanada com falta de combustível? Nada. Tenho de ver se não me esqueço de ir lá amanhã atestar o depósito - só naquela de limpar um bocadinho a imagem. [Em 1980 não foi assim tão simples, e tenho de encarar isto como um aspecto positivo.]

E se não conhecem a Anabela de Malhadas (coisa quase impossível), espreitem o vídeo (vale a pena… oh se vale!). Se conhecem, só vos digo que, comparar-me com ela foi apenas uma tentativa de dramatizar a coisa (ninguém é como a Anabela de Malhadas - ninguém!).

sábado, 20 de novembro de 2010

Quero ser o quê?... Hã?... História... huuh... $#%#... (*)

Não consigo deixar de me sentir espectacularmente inteligente quando assisto a concursos na televisão. E espectacularmente envergonhada com as respostas que os concorrentes dão. Ok, todos dizem que "a cadeira" embrulha as ideias e eu, como nunca estive lá, tento acreditar que sim. Mas não fico convencida!

Há uns seis anos atrás, quando passou na TV o anúncio do Quem Quer ser Milionário eu pensei: “É desta, carago!”, e enviei a sms com os meus dados.
Uns dias mais tarde, estava eu no sofá, completamente drunfada com dois calmantes na mona (estava a ter um dia de cão, ou cadela, melhor dizendo) e ligam-me da produção do programa.
Sei que a senhora me fez várias perguntas, não me lembro de nenhuma! Tirando uma pergunta sobre qualquer coisa relacionada com História, não sei do que falámos.

O que quer que seja que eu lhe tenha dito foi, certamente, com uma voz arrastada e uma dicção terrível. Ela disse que voltavam a entrar em contacto comigo. Nunca mais me ligaram (?).

Já houve alturas em que me apeteceu concorrer outra vez, mas este episódio não deixa de ser um entrave psicológico na hora de enviar a sms.
Será que eles têm um post-it colado ao pé do telefone, com o meu nome envolto num círculo, a dizer: “Se esta tipa ligar ponham-na em hold até ela desistir!!”?

(*) A culpa foi da senhora da produção que não me perguntou se era melhor ligar noutro dia. Insensível! :|

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Cansaço (ou será já um suave vislumbre “Alzheimeriano”?)

Há uns meses vi-me num dilema gravíssimo (mentira, só foi grave por que sou fumadora, logo, a gravidade que emprego nas coisas poderá ser questionada): não tinha nem isqueiro nem fósforos para acender um cigarrito e não queria sair de casa. A única solução foi pegar num isqueiro quase “morto”, ir ao fogão, acender um bico com a faísca do isqueiro e acender o cigarro no bico do fogão. E repeti o processo tantas vezes quantas as que reduzi a minha vida em oito minutos (espero que sejam os minutos em que vou ter Alzheimer, mas adiante). No dia seguinte a mesma coisa, porque era fim-de-semana e continuava a não querer sair de casa.
Ontem, sem isqueiro, tive um serão idêntico. O problema é que, só ao terceiro cigarro é que percebi que estava a acender o bico do fogão com um fósforo.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O mapling é para continuar

Agora que a Reebok inventou os Easy Tone Shoes já posso continuar esparramada no sofá. Mas, agora, de ténis calçados. Não me parece confortável mas há que fazer sacrifícios.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Ensaio sobre a falta de lucidez

Estou tão estafada que pondero não fazer jantar. O problema é que também estou esfomeada e, portanto, arrasto-me até à cozinha, ponho qualquer coisa congelada dentro de um pirex e forno com aquilo. Daqui a 20 minutos temos jantar. Nada de muito elaborado mas com valor energético suficiente para me permitir manejar o comando da TV, até o cansaço finalmente me vencer. 20 minutos volvidos arrasto-me até à cozinha e saco o pirex do forno. A força braçal empregue na manobra (altamente delicada) não foi suficiente e o pirex estatela-se no chão.
Uma mulher percebe que não está mentalmente sã quando dá por si, em pé na cozinha, a ponderar a possibilidade de apanhar os nuggets de peixe do chão, abaná-los para sacudir os vidros, pô-los num pratinho e morfá-los. Esta avaliação, dos eventuais danos causados na comida, demorou uns 30 segundos e seguiu-se de um “estás doisa?”. Olha, não janto, paciência.
Mas como qualquer demente que se preze, imediatamente vejo aquilo como uma afronta pessoal dos nuggets que jazem espalhados pelo chão, “vocês não vão levar a melhor!”. Repete-se o processo todo com a força braçal adequada e… (meia hora depois) nunca uns nuggets foram mastigados com tanto afinco nesta casa! Mas que jantei, jantei! E já limpei o chão da cozinha.

É claro que se vocês disserem que eu, um dia, pensei em apanhar comida do chão e comê-la, eu digo que é mentira! É a vossa palavra contra a minha!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

E quem é que ficou a piar fininho?... Eu.

Já não era a primeira, nem a segunda, nem a terceira vez que, quando estacionava naquela rua, ouvia um daqueles assobios descarados quando saía do carro (daqueles com entoação de “se pudesse comia-te toda”, estão a ver?). Isto é coisa que já não se usa, pensava eu muito irritada, deve ser um saloio qualquer que anda praí, ou um adulto muiiiito maduro (e não estou a falar de maturidade emocional, obviamente). Punha aquele meu ar de desprezo e fingia que não se passava nada. Mas há dias em que não estamos para aturar este tipo de coisas. Hoje foi um desses dias!
Ouvi a porcaria do assobio e lancei um olhar de radar numa volta completa de 360 graus. Prevaricador encontrado! Tal como eu imaginava, era um senhor na casa dos 60 anos, a observar-me por entre os arbustos do seu jardim, impávido e sereno. Está a provocar-me, pensei eu cada vez mais irritada. Enfrentei-o com o olhar (e que olhar!) na esperança que ele, envergonhado, desaparecesse e percebesse que o assobio não era para repetir. E ele nada! Continuava a olhar para mim como se não fosse nada com ele. Mas que lata, éramos os únicos num raio de vários metros, é óbvio que só podia ter sido ele. Aquele momento não ficou atrás da típica cena de filme FAR WEST em que os dois cowboys, frente a frente, se preparam para disparar. Ok, cheguei ao meu limite, vou “disparar”! Dou dois passos em frente, sem desviar o olhar (já quase a lacrimejar porque queria pestanejar mas o momento era demasiado tenso para me dar a esse luxo). Quando me preparo para o pôr no seu lugar com as minhas palavras secas mas profundas, oiço novamente o assobio! Os lábios dele não mexeram!? Será que pestanejei, sem querer, e ele aproveitou para assobiar? Oops!!! Aquilo ali, atrás do arbusto ao lado dele, é um… papagaio?! Um papagaio?!!!!!
[ERROR! ERROR! ERROR!]

Não cheguei a dizer nada! Ainda bem, porque teria feito figura de URSA!!!! O prevaricador era o papagaio.
Fiz um ângulo de 90 graus no meu percurso e segui caminho como se nada fosse! Ele deve ter pensado que aquela rapariga, com ar alucinado, era uma drogada a ressacar que se preparava para o assaltar! :S

Repete lá: Nem tudo o que parece é! Nem tudo o que parece é! Nem tudo o que parece é!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Ao início da noite é que é bom! E disso percebo eu!!

A mania da esperteza é algo que se abate sobre o meu ser de longe a longe, e hoje lá me calhou! Como fã que sou de filas (digo, bichas) pequenas, pensei que a melhor altura do dia para ir ao staples era agora no início da noite. O problema é que centenas de pais das redondezas, ávidos de comprar material escolar aos filhos, pensaram o mesmo que eu! Pais responsáveis, diga-se de passagem, tendo em conta que os rebentos já começaram as aulas na semana passada. Não fosse ter-me passado pela cabeça a possibilidade de promoções altamente fantásticas dentro da loja (tal era a multidão lá dentro) e tinha logo dado de frosques. Enfim, aventuro-me na selvejaria e lá consigo alcançar o (maldito) caderno por entre os corpos de pessoas plantadas em frente aos expositores. O improvável acontece... há uma caixa com uma fila pequenina e, em 3 segundos, é a minha fila! Mas o pesadelo estava longe de acabar... O senhor à minha frente, sempre a olhar para o fundo da loja, denunciava algo que me tira do sério, mas há sempre aquela hipótese de estar errada por isso, cool down miúda! Mas não, esta intuição não falha*! Presumo que o senhor encontrou quem procurava, caso contrário está a assobiar (como quem chama um cão) para quem? Para a mulher que (depois de identificar o assobio, que certamente reconhece a léguas - deve ser do hábito) estaciona à minha frente uma cesta/carrinho carregadinha até cima!! E... plaft pluft... a fila pequenina rapidamente se transforma na pior fila lá do pardieiro!!

* Só falha na escolha da hora para ir comprar um caderno ao staples!

sábado, 11 de setembro de 2010

Happy* Meal

(* Esta meal... de happy não teve nada!)

Estava eu na fila do McDrive a pensar... "é hoje que como aquela coisa embrulhadinha"... Confirmo o nome no cartaz - snack wrap, registo no cerébro e fico a aguardar a minha vez.
Chego à pseudo-máquina atendedora (pseudo porque 4m à frente está a pessoa que falou connosco, dentro de um cubículo - what's the point')... e o nome varre-se-me da cabeça...
Eu: aaaaaah... queeeeeroo... aaaaaah... (a tentar vislumbrar o cartaz lá atrás)
Sr. do cubículo: Não estou a perceber!
(e o nome não me vinha à cabeça por isso continuo a balbuciar para ganhar tempo)
Sr. do cubículo: Não estou a perceber o que me está a dizer!!
(pois não... eu ainda não disse nada!)

A insistência do senhor do cubículo (já num tom pouco amigável) levou-me (já um pouco em panic mode) a dizer a primeira coisa que me lembrei: happy meal!
Escusado será dizer que fiquei de trombas comigo própria (que croma) e no caminho para casa ponderei várias vezes se mandava o "happy" meal pela janela!!! Só não fiquei sem jantar porque ODEIO pesssoas que mandam coisas pela janela do carro!!...

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Telemóvel de 5ª geração

No mês passado, durante as minhas (merecidas) férias de Verão na aldeia dos meus pais, bem lá em cima no norte (perto de onde nem Judas quis perder as botas) estava eu ainda a dormir (já a manhã ia longa) quando ouço o meu telemóvel a vibrar ... zzzz zzzz - zzzz zzzz... e eu nada... Passado um ou dois minutos... zzzz zzzz - zzzz zzzz... e a coisa repetiu-se  umas quantas vezes até que era impossível ignorar :S

Lá fui ver quem era o energúmeno(a) que me perturbava o sono numa manhã de féééérias!...
E nada registado no telemóvel, nem chamada, nem sms, nem mms, etc. etc. Que estranho - penso eu - devia estar a sonhar... e lá vem aquele zumbido outra vez... mas agora percebo que vem da rua e ponho-me logo à janela à espreita (afinal de contas tenho uma costela de aldeã)...

Conclusão: era uma vaquinha que pastava alegremente na berma da estrada, por baixo da janela do meu quarto!! :))) O campo tem destas coisas... e a rapariga (eu) lá porque vive há uns anos na cidade dever ter a mania que todos os barulhos do mundo se resumem a aparelhos electrónicos e afins...

PS: será que a vaquinha tinha chip? humm