quinta-feira, 14 de abril de 2011

Parece que a Raquel R. também já tem maminhas novas... (*)

Faz sentido! Aposto que o Carlos C. gosta delas mais pequeninas. Assim... menos desenvolvidas. Ou então sem maminhas... Pois, se calhar sem maminhas é que é. 

(*) As notícias sobre as novas aquisições (de partes de corpo) das nossas figuras públicas são, deveras, enriquecedoras.

:0


A TITE acha que mereço a distinção :). E, apesar de não apreciar correntes, não podia deixar de lhe agradecer o carinho. É sempre bom sabermos que alguém gosta do que escrevemos, alimenta-nos a vontade de continuar.Não acredito na teoria de que as pessoas têm blogues só para debitar coisas. Seria como viver a vida num monólogo chatíssimo. A parte pior é ter de responder a perguntas :s (estas aqui em baixo):

Nome: PFIA (Eu sei... PFIA is a terrible name).
Música: Depende do estado de espírito mas One, dos U2, é uma das minhas preferidas.
Humor: Dizem que tenho muito sentido de humor... Vai-se a ver e é verdade (?)...
Estação: As intermédias (Primavera e Outono).
Como prefiro viajar: com boa companhia.
Cor: Vermelho.
Séries: Lost (completamente viciada e, neste momento, a ressacar...).
Frase: As coisas e as pessoas têm a importância que lhes quisermos dar.
O que achou do selinho: Surpresa :0
Amigos: Todos os blogues que sigo são merecedores deste selo. Cada um, à sua maneira, tem algo de especial. Os que por aqui passam (os que passam por bem) também.

Obrigada TITE! :)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Só m'apetece é ganir

Ou eu ando, efectivamente, em maré de azar ou, então, fui um grande estafermo noutra vida e agora começo a pagá-las todas juntas... uma por uma. Eu prefiro pensar que é a segunda. Sim, a do estafermo. As coisas não andam nada famosas aqui para estes lados. E agora vocês pensam - enquanto percebem que este post está a um passo de ficar chatíssimo e que, se calhar, ainda vão a tempo de clicar no botãozinho do canto superior esquerdo do ecrã - estava eu a dizer, e agora vocês pensam: «O que é que eu tenho a ver com isso?»

Porra pá!  Também não é preciso falarem assim comigo :(

Ah, e enquanto escrevi estas singelas palavras, fui escutando o José Gomes Ferreira - como uma espécie de música de fundo - e a minha depressão foi severamente agravada. Estou neste momento a escrever só com uma mão - a outra está ocupada a procurar, numa gaveta da cozinha, um objecto afiado que me permita acabar com esta agonia num instante. Não, não vou cortar os pulsos. Tenho uma etiqueta da camisola a "picar-me" nas costas. :s

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Um sopro do meu cu-ração para si [...barulhinho do meu cu-ração a soprar neste momento*..]

Sr. Vandalizadeiro
Agradeço-lhe por ter partido o vidro do meu carro. A verdade é que eu já andava farta daquele vidro. Era um vidro medíocre, sem personalidade. Tempos houve em que eu própria quis tê-lo partido e não tive coragem... Ai que me posso magoar... Ai que não sei se tenho força... Sim, eu sei, sou uma pessoa insegura. Insegura e de força braçal muito fraca. Uma perfeita miserável. Não fosse o senhor - e os seus magníficos músculos de Adónis - e ainda agora andaria com aquele vidro medíocre no meu bólide. Não tenho palavras para lhe agradecer. A única coisa que lhe posso garantir (em sinal de agradecimento) é que vou continuar a estacionar no mesmo sítio (os miseráveis, como eu, não têm garagem - bem feita!) e que amanhã... (Está preparado?... Cá vai...) ... Amanhã já terá um vidro novinho em folha. Peço-lhe, pelo que lhe é mais sagrado, que verifique se se trata de um vidro com potencial para ser um vidro medíocre. Se a sua apreciação for nesse sentido não se acanhe: parta-o imediatamente. E, se me permite a sugestão, parta-o com a cabeça. A sua, claro está!

Atenciosamente.



*E ele sopra bem alto. Aliás, ele não sopra, ele borra berra só para si.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Permitam-me esta pequena arrogância...

Bom fim-de-semana!

Sim, eu sei! Hoje é 4ª feira.

Eu avisei que ia ser (ligeiramente) arrogante...

PS: Vou ali fazer as malas... :D

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Malas transparentes despertam o que de pior há em mim...

Para mim teriam uma grande utilidade: espreitar as coisas antes de meter lá a mão e, assim, poupar algum tempo de busca e alguns nervos. Talvez melhorasse até o vocabulário empregue durante a busca, sobretudo quando o objecto que procuro é o telemóvel que não pára de tocar, a não ser quando estou prestes a resgatá-lo no meio dos outros 345 objectos inúteis que coabitam com ele. Mas, ainda assim, não compensa o facto de toda e qualquer pessoa poder vislumbrar a jabardice que vai lá dentro.  E depois há aquele bichinho voyer dentro de mim que, perante uma mala transparente, desperta e toma conta do meu senso de boas maneiras. Tudo culpa do meu handicap na organização de interiores de malas, que me leva a tentar retirar ensinamentos daquele momento que se prevê fugaz. Quando dou por ela já estou com um olho a controlar a distração da dona da mala e com o outro a fazer uma revista rápida pelo conteúdo. Tudo em nome do conhecimento, claro. A tentar estabelecer um padrão de comportamento nas pessoas que têm coragem para sair à rua com as intimidades a descoberto. Sim, porque eu não acredito que nos dias de mala transparente, os itens que se mandam lá para dentro sejam os mesmos dos dias de mala não-transparente. Não acredito, pronto!

Apenas para vos mostrar o meu fair play

O apagão do estádio da Luz é capaz de ter sido provocado pela águia Vitória que, desnorteada pelo resultado do derby, chocou com um poste de alta tensão, nas imediações do estádio da Luz.

domingo, 3 de abril de 2011

E o prémio de maior imbecilidade deste serão futebolístico...

Terá de ser dividido entre:
O adepto do FCP que desrespeitou a bandeira nacional portuguesa e os responsáveis pela iluminação e sistema de rega do estádio da Luz.

O fair play tem que vir de cima (ou devia...).

Parabéns ao Fêquêpê.

sábado, 2 de abril de 2011

quinta-feira, 31 de março de 2011

Isto comparado com umas cuecas penduradas na porta... não é nada!

Não quero que fiquem a pensar que sou daquelas pessoas que regozija com a desgraça alheia. Daquelas que tomam alento na tragicomédia do próximo para esquecer a sua. Não, eu não sou assim. E, tirando o olhar constrangedor de um ou outro vizinho (que pode ter acontecido mas também pode ter sido fabricado por mim), já estou recuperada do episódio de ontem. Aquela parte em que fiquei à espera que a D. Maria - minha vizinha do lado - fechasse a porta para eu sair... não conta. Ela tem 84 anos, se calhar nunca tinha visto umas cuecas assim... Esqueçamos isto (para sempre).
O senhor João - chamemos-lhe assim - é um homem de meia idade que trabalha, por turnos, numa fábrica aqui perto. É um homem de poucas palavras, embora tenha um ar simpático. A senhora sua mulher é apreciadora de vegetais frescos e, por isso, frequentadora assídua da praça. Volta e meia o senhor chega a casa, depois de fazer o turno da noite, e tem um bilhetinho da mulher na porta, a dizer: "Querido, fui à praça. Não demoro." Uma dona de casa aprimorada que faz o sacrifício de se levantar cedíssimo, em prol de uma alimentação mais saudável para toda a família, é um mimo. Aqui há uns tempos o Sr. João magoou-se numa das máquinas. Cortou uma mão. Nada de grave, mas teve de levar uns pontinhos. Quando chegou a casa lá estava o bilhetinho do costume na porta. 
O problema é que eram 2 da manhã...

quarta-feira, 30 de março de 2011

Alguém cá no prédio precisa de molas novas para a roupa...

Uma pessoa chega a casa e depara-se com umas cuecas pretas (fio dental) penduradas na maçaneta da porta da entrada (!). Depois de cruzar uma série de possibilidades na minha cabeça, deduzo que as mesmas tenham caído de um dos estendais das varandas do prédio. Continuando no campo das deduções, é provável que uma das vizinhas (ou um vizinho) as tenha recolhido e depositado na minha porta. Desagrada-me a ideia de ter tido umas cuecas pretas (fio dental) penduradas na porta de casa, o dia todo. Há quem tenha plantas junto das portas... Há quem tenha placas (pirosas) com o nome da família... Eu tinha umas cuecas. Pronto, eram giras, mas eram umas cuecas, carago! Ainda por cima: fio-den-tal!! Começam a formar-se na minha mente uma série de imagens, cujo cenário de fundo é a porta de entrada da minha casa, ao longo do dia de hoje. Como se fosse um filme. Um filme de terror com apontamentos cómicos mal conseguidos. Mais ao menos ao estilo de Um Susto de Filme, com os meus vizinhos como actores principais, as suas visitas como actores secundários e o carteiro com uma participação especial.  As cuecas estão, obviamente, em primeiro plano, e não é uma imagem bonita. E depois penso no raciocínio que a pessoa que as encontrou desenvolveu para decidir que elas me pertenciam...
E agora vem a parte pior: as putas das cuecas eram mesmo minhas!

segunda-feira, 28 de março de 2011

PFIAGRAPHIC

Qual é a probabilidade de uma senhora de meia idade, envergando os seus sapatos chiques de salto alto, ter de espezinhar uma cobra, no jardim de sua casa?

É muito alta se:
- A senhora estiver a chegar de uma consulta médica (esta parte explica os sapatinhos chiques).
- A única pessoa por perto for PFIA maria (esta parte explica a necessidade da senhora meter mãos à obra, que é como quem diz: pés).
- Não se vislumbrar, num raio de vários metros, qualquer objecto de arremesso capaz de aniquilar a bichesa, ao mesmo tempo que ela - desorientada - enceta a fuga em direcção à porta da entrada (esta parte explica o óbito da bichesa por sapateado).

Este episódio horripilante aconteceu por altura do Carnaval, naqueles dias soalheiros.

As temperaturas sobem e a bichesa pensa que está na hora de sair da toca. De esticar os músculos atrofiados, de ver a luz do dia. O que aquela bichesa, em particular, não estava à espera era de encontrar PFIA pelo caminho. Quer dizer, a senhora sua mãe. Mas PFIA tem desculpa: era uma espécie de anaconda com 4 ou 5m... Quer dizer, na verdade era fininha e media praí 30cm. Mas eu queria ver se fossem vocês...
Talvez a bichesa - agora defunta - fosse filha daquela abespinhada que nunca mais foi vista. Me-do!

Além disso, PFIA teve um papel importantíssimo neste cobricídio... Como é que a cobra se desorientava se eu não tivesse dado aqueles gritinhos histéricos? Ah, e também saltei muito. Imaginem as vibrações produzidas no solo... Deve ser coisa para chatear qualquer ser rastejante.

Post dedicado a todos os meus «ex»...

Hoje lembrei-me de vocês. Todos, um por um. Foi um momento melancólico e muito complicado para mim... Toda eu arfava.

Mas foi só enquanto subia as escadas da entrada, carregando os sacos das compras.
Eram pesadas. Muito pesadas.

PS: Tenho ali um frasco de azeitonas - teimoso que só ele - com potencial para me proporcionar um momento idêntico. A ver vamos...

Não!! PFIA não acha que os namorados só servem para estas coisas, mas que dão cá um jeitaço, dão.
[suspiro... de cansaço]

quinta-feira, 24 de março de 2011

Os PEC's, o FMI e o meu dente do siso

Andei, aqui há uns tempos, em pura agonia por causa de um dente do siso. Armada ao pingarelho, achei que os analgésicos que tinha ali na casa de banho me iam safar na boa e evitar uma ida ao dentista. Ninguém gosta de ouvir o barulhinho da «broca do demo», certo? Ao contrário das minhas expectativas, os analgésicos não me resolveram o problema. Nos primeiros dias sim, mas essa melhora momentânea foi fruto da estupidez continuada do meu ser: aumentar consecutivamente a dosagem do analgésico. Ao fim de algum tempo, e para espanto meu, o problema mantinha-se e o meu organismo deixou de reagir ao analgésico. Que estranho, não é?! Depois de uma consulta com um profissional - um DENTISTA - as opções que tinha eram muito claras: ou tratava a infecção com um antibiótico e arrancava o dente ou... Ah, é verdade, não havia outra opção! Parece que se tivesse consultado atempadamente, ao invés de me andar a auto-medicar, a infecção teria sido facilmente eliminada e, muito provavelmente, não precisava de arrancar o dente. Provavelmente nem tinha chegado à infecção! E sem infecção não tinha agonizado ao ponto de querer bater com a cabeça nas paredes...

PEC está para Paracetamol como FMI está para...