Mostrar mensagens com a etiqueta NAJA (Tzz Tzz). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta NAJA (Tzz Tzz). Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Pequenos prazeres, num final de dia ligeiramente chuvoso...

Quando penso em certas pessoas que já não fazem parte da minha vida, há dentro de mim uma septuagenária alcoviteira das terras altas do interior minhoto que desperta para a vida e deseja, com todas as forças do seu ser, transformar-se numa mosca - ou noutra coisa qualquer que lhe permitisse observar essas criaturas sem ser vista. Obviamente, este não seria um plano perfeito caso a distância a percorrer fosse muito longa. Ou tendo em conta que a velhinha/mosca corria o risco de ficar do tamanho do insecto que outrora fora Gregor Samsa - gigantesco, pesadão. Pormaiores técnicos à parte, ela desperta mais vezes do que aquelas que deveria. Hoje, a pessoa que alberga essa idosa de vestes pretas e feições fustigadas pela dureza da vida no campo, teve um bom-bom. Pôde ver sem ser vista. A televisão é uma coisa maravilhosa e ter ex-namorados que dão entrevistas é a cereja no topo do bolo. Sobretudo quando eles estão praticamente carecas e trocaram as lentes de contacto por uns óculos super nhié. Parece que sempre acabou o curso de advogado. Fico contente por ele. Mas só por que está careca. Obviamente.
No momento em que inicio este segundo parágrafo, já se foi parte da euforia relacionada directa ou indirectamente com a calvície da criatura. Começa agora a instalar-se um ligeiro desconforto. Um desconforto proporcional à tomada de consciência de que os 15 anos não passaram só para ele. Pelo sim, pelo não, hoje não encaro mais o espelho. 
Este último parágrafo destina-se, como facilmente se perceberá, a tentar minimizar os danos colaterais do wake up do parágrafo anterior: ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca! Ele está careca!


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Piada de extremo mau gosto

Aposto que a maioria dos antigos moradores do Bairro do Aleixo foram assistir, de perto, à implosão da torre 5, na esperança de snifar o pó.

Eu avisei que era de mau gosto.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

PFIA's fashion statement

Comprei umas calças na Zara. Já posso ir assistir a um desfile da ModaLisboa?
(...)
Acabou? Como, acabou??? Damn!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Troikas e baldrocas

Ninguém me tira da cabeça que o Carlos Paião carregou esta letra de mensagens subliminares (experimentem trocar as palavras namorado e amado por governo e logo vêem o efeito - e eu nem sequer sou fã dos livros do Dan Brown). Se eu não estivesse neste momento a recuperar de um quase-AVC, por causa do meu Benfica - ainda tenho o comprimido debaixo da língua - era mulher para fazer uma alteração ou outra à letra. Fica pá próxima, tá bem?

terça-feira, 19 de abril de 2011

Casamento real adiado 45 minutos (Oh que maçada...)

Então os príncipes casadoiros fizeram um manual de boas maneiras para os seus convidados, com uma série de recomendações sobre o que podem e o que não podem fazer, o que é In e o que é Out, e por aí fora. Espero que nenhum dos ilustres convidados tenha o mau feito e o espírito de contradição que me caracterizam...
Tantas recomendações de etiqueta para os convidados e, vai-se a ver, a noiva já tem um atraso de 45 minutos programado! Podia fazer agora uma piada acerca da pontualidade britânica mas estou demasiado apoquentada para levar isto com tamanha leveza. Odeio chegar atrasada a um lugar e detesto que me façam esperar, sobretudo inutilmente. Esta camada de nervos não é, obviamente, por fazer parte da lista de convidados e temer que a espera prolongada e os sapatos novos me transformem a boda num calvário, não senhores. O que me irrita é a hipocrisia da coisa. Exige-se um comportamento imaculado aos convidados e depois dá-se-lhes uma seca de 45 minutos. Resta saber se também proibiram a leitura de revistas e jornais nesse tempo de espera (?). Isto de ser amigo da família real não é nada fácil.
Um atraso é fruto de um imprevisto, de algo que correu de forma inesperada, certo? Se ela já sabe que vai chegar 45 minutos depois da hora marcada, então não é um atraso, é um adiamento!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Parece que a Raquel R. também já tem maminhas novas... (*)

Faz sentido! Aposto que o Carlos C. gosta delas mais pequeninas. Assim... menos desenvolvidas. Ou então sem maminhas... Pois, se calhar sem maminhas é que é. 

(*) As notícias sobre as novas aquisições (de partes de corpo) das nossas figuras públicas são, deveras, enriquecedoras.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Um sopro do meu cu-ração para si [...barulhinho do meu cu-ração a soprar neste momento*..]

Sr. Vandalizadeiro
Agradeço-lhe por ter partido o vidro do meu carro. A verdade é que eu já andava farta daquele vidro. Era um vidro medíocre, sem personalidade. Tempos houve em que eu própria quis tê-lo partido e não tive coragem... Ai que me posso magoar... Ai que não sei se tenho força... Sim, eu sei, sou uma pessoa insegura. Insegura e de força braçal muito fraca. Uma perfeita miserável. Não fosse o senhor - e os seus magníficos músculos de Adónis - e ainda agora andaria com aquele vidro medíocre no meu bólide. Não tenho palavras para lhe agradecer. A única coisa que lhe posso garantir (em sinal de agradecimento) é que vou continuar a estacionar no mesmo sítio (os miseráveis, como eu, não têm garagem - bem feita!) e que amanhã... (Está preparado?... Cá vai...) ... Amanhã já terá um vidro novinho em folha. Peço-lhe, pelo que lhe é mais sagrado, que verifique se se trata de um vidro com potencial para ser um vidro medíocre. Se a sua apreciação for nesse sentido não se acanhe: parta-o imediatamente. E, se me permite a sugestão, parta-o com a cabeça. A sua, claro está!

Atenciosamente.



*E ele sopra bem alto. Aliás, ele não sopra, ele borra berra só para si.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Um Primeiro Ministro à rasca

Não fosse o que se passa no Japão tão grave, e eu quase que sentia vontade de vir aqui estabelecer um paralelo entre a tragédia, a cena política nacional portuguesa e o filme Wag the Dog. A globalização é lixada, uma verdadeira wikileaks
Jogue pelo seguro e fique-se pelas birrinhas do costume. 
Se se demitir assim acha que leva o subsídio de desemprego? 
Não precisa?... Ah, tá bem.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Tem o olho seco e não dizia nada...

Acabou há pouco o discurso do rei, perdão, do coisinho, perdão, do Zé (o nosso). Os primeiros 5 minutos estive a reflectir sobre a escolha da cor da gravata (que efeito terá o castanho dourado? será um efeito hipnotizador?...). Depois de me ter conseguido abstrair do tom da gravata fiquei com a nítida sensação de que o homem nos estava a fazer olhinhos. Farta-se de pestanejar, carago! Beca, beca, plim, plim, plim, beca, plim, plim, beca, beca, plim, plim, plim...
Fiquei tão apoquentada, vejam bem, que até deixei a metade da perna de frango a meio (a outra metade é para o almoço de amanhã que isto das medidas de austeridade é coisa que levo muito a sério) e fui googlar as possíveis causas para tamanha enfermidade:


.....A formação de um olho seco pode dever-se a diversas causas. Em muitos casos, os sintomas são um sinal de envelhecimento, uma vez que é freqüente que, com o avançar da idade, a produção de lágrimas diminua.
.....De uma forma geral, as mulheres sofrem mais de olhos secos do que os homens, o que se deve grandemente a causas hormonais, por exemplo, devido à tomada da pílula ou às alterações hormonais do período da menopausa.
(www.careforyoureyes.com)


E fiquei (ainda) mais preocupada. Ou o senhor está a ficar velho ou anda a tomar estrogénio com fartura!

domingo, 6 de março de 2011

Proposta Indecente

Proponho aos Deolinda - esses visionários na arte de apelidar gerações - que façam uma cançoneta sobre a «geração tipo». Era - tipo - fixe. Mas - tipo - se não der, ou se - tipo - ainda estiverem numa de - tipo - deixar render a cançoneta de-não-sei-quê-tipo-à rasca - tipo - não faz mal.
[...]
Tipo.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Tenho uma criança dentro de mim...

...que (felizmente, não está no útero) às vezes me faz perguntas a que não consigo responder. E ela - a criança - sempre que é chegada esta altura de folia, fica chatinha, chatinha. Questiona-me sempre sobre a sanidade mental daquelas meninas que se meneam pela rua abaixo, ou em cima de camiões, exibindo os seus bikínis micro-reduzidos de lantejoulas, e que acenam às  pessoas, envergando sorrisos à Jack Nicholson, e tentando, em vão, simular um calor que ainda não chegou a este hemisfério. Anos há em que a chuva dá um toque deprimente à cena, encharcando-lhes as plumas e os penachos, que vergam derrotados. É quase como se os elementos climáticos se unissem para denunciar o caricato da situação. 
E elas, as meninas de bikínis micro-reduzidos, lá vão acenando às pessoas que as vêm passar. E as pessoas que as vêm passar, confortavelmente instaladas dentro dos seus casacos de Inverno, lá vão retribuindo os acenos e pensando «no Sambódromo é que era, carago!».

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Os «estraga-filas»

Até podem gostar do sentimento de pertença que o cartão de cliente - de uma qualquer chafarica - lhes dá. Ou acreditar que aquele rectângulo é mágico e, realmente, lhes proporciona descontos ultra-mega-fantásticos. Até podem! Mas, já agora, será que é possível terem o maldito cartão sempre à mão? Será?
E se me continuam a moer o juízo nas bombas da BP, um dia destes, deixo de lá ir! Será assim tão difícil perceber que eu NÃO TENHO e NÃO QUERO TER UM CARTÃO DE PONTOS??!!!!! Raio de pergunta (dupla) irritante!

Se praticarem preços justos não precisam de ludibriar as pessoas com merdas (perdão) de cartões de cliente e cartões de pontos e cartões de merdas assim (perdão outra vez). Peço-vos é que não façam músicas irritantes sobre o assunto, tá bem?

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O cisne negro e o avião que fazia peões

Parece que a Sofia fazia anos. E parece que alguém que ama a Sofia quis dar-lhe os parabéns, e quis que toda a gente soubesse – que ela fazia anos e que era amada. Até aqui tudo bem. Mas eu, que não conheço a Sofia, depois de ver o avião completar uma voltinha, arrastando a dita mensagem, percebi logo que a Sofia fazia anos, e que alguém ama a Sofia. Coisa, portanto, para demorar no máximo dez segundos (mesmo naqueles dias maus em que me custa a perceber uma mensagem, logo à primeira). Os restantes dez minutos de vruéém vruéém lá no alto, mesmo por cima da minha cabeça, podiam ter sido evitados – sobretudo quando o que eu tinha em mente, quando me sentei naquela esplanada soalheira, era saborear o sumo de laranja natural e, no fundo, «saborear» o filme que tinha acabado de ver. Claro que, em vez de pensar no cisne (no branco e no preto), revi mentalmente os nomes e os aniversários das pessoas que conheço, não estivesse eu a esquecer-me do aniversário da Sofia. Não estava.
E depois, como se não bastasse, ainda fiquei preocupada com a Sofia, que eu não conheço mas que fazia anos … Será que a Sofia tem aquela coisa do Transtorno de Deficit de Atenção?

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Caçadora de Talentos

Temo que o novo programa da SIC não tenha o sucesso esperado. Ou, pelo menos, o sucesso que eu espero. E, à falta de talento próprio – a menos que haja lá uma rubrica para pessoas que conseguem fazer crepes e “alcatifar” o chão da cozinha, simultaneamente – não vejo outra alternativa senão convencer quem de direito.
Não me parece que vá ser muito fácil convencer o Sr. Aníbal da Rua de Cima, que consegue conduzir com 5g/l de álcool no sangue. As pessoas alcoolizadas tendem para a teimosia. Mas já tenho uma estratégia: vou meter uma cunha para a Bárbara, essa magnífica apresentadora de televisão, lhe prometer bar aberto.
Mas se a Bárbara me falhar (não sei até que ponto ela pode mexer os cordelinhos sem parecer mal ao senhor seu marido), aposto no tipo que tem um CD pendurado no retrovisor do carro porque “aquilo manda com os radares de controlo de velocidade pelos ares”. Até podíamos convidar os senhores da BT para levar um radar e comprovar logo ali, em directo, a capacidade explosiva da coisa. Se for um CD do José Cid, é ver a assistência a levar com pedaços do radar na mona – e as audiências a subir, a subir.
Assim de repente, parece-me boa ideia excluir a moça de cabelo oxigenado que na quarta-feira roubou um batom no supermercado, ela não serve – foi apanhada pelo segurança. Não tem talento.
Os próximos tempos não se me afiguram fáceis. Mas o que é que uma pessoa não faz pelo bem do entretenimento nacional?

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Say cheeeeese (quem tem piercing na língua também tem de dizer)

Já percebi por que é que as pessoas fazem piercing’s na língua*. Para porem a língua de fora nas fotografias. E, ou muito me engano, ou penso que descortinei algo que parece ser um comportamento padrão: enquanto esticam o tal órgão muscular, devidamente ornamentado, tendem a fazer malabarismos manuais complicadíssimos. Ou isso ou, então, são todos do PSD.

* Tirando aquela razão que, a menos que seja um mito**, considero deveras altruísta (vocês sabem qual, right?).

** É que, eu cá, nunca experimentei, por isso não vou negar, à partida, uma ciência que desconheço - if you know wath i mean... ***

*** Importas-te de parar com a cena dos asteriscos?

[Ok.]

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A pergunta-armadilha: “que idade me dás?” (*)

E fazem-na, quase sempre, como se esperassem surpreender-nos com a sua magnífica jovialidade. A própria entoação da frase, aliada ao sorriso pseudo-misterioso, assemelha-se a qualquer coisa como: “eu tenho 38, mas parece que tenho 25 e tu vais ficar aparvalhada com o meu admirável estado de conservação”. E eu sinto-me sempre “entre a espada e a parede”! E, para ganhar algum tempo, simulo aquele ar de quem faz um rapidíssimo cálculo de “3x9, 27”, sempre tentando disfarçar o pensamento malvado de: «aparentas praí 45 mas como tas cheia de cenas deves ter menos, por isso é melhor eu dizer uns 38 porque também não convém exagerar que vê-se logo que tou a mentir». "Como é que adivinhaste?", num tom do mais desiludido que há, mas tentando disfarçar a frustração.
E eu fico um passinho mais perto do Inferno, só porque alguém precisou de um snack psicológico para alimentar o ego. Valia mais pedirem uma festinha na cabeça, ou um cupão de desconto do Minipreço – que eu, se o tivesse, dava-o.
Para quê tanta apoquentação com a idade?
Lembram-se de quando tinham 15 anos e queriam ter 18 para puderem conduzir? E de quando tinham 18 e queriam ter 25 para terem um trabalho e uma casa só vossa? Por que é que a partir dos trinta há tanta gente a querer voltar para trás?!

Possível solução para este dilema cronológico: Cresçam!

(*) Que é como quem diz: “Dá-me lá menos 10 anos que esta semana ainda não me lamberam o ego e, não tarda nada, desidrata!”

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Eu acho que o Éric Cantona está a pensar dedicar-se ao mundo do crime

Levantem o vosso dinheiro todo dos bancos que eu e o meu “Gang do Multibanco” limpamos-vos a cheta toda! Levantem! Levantem! (Cantona esfrega as mãos enquanto semicerra os olhos e põe a ponta da língua de fora)

Aposto que o Zidane será o cabeçadas cabecilha do Gang!